Palavras.
Existem algumas com milhares de significados. Alguns bons, outros melhores, mas, ainda assim, congruentes.
Sei que na vida, em tudo, existe, pelo menos, uma exceção e no universo das palavras cujos significados variam, também há uma.
E é claro, que esta exceção é a palavra “Mãe”.
Seriam necessários anos de estudo, horas e mais horas folheando dicionários, para que fosse possível definir esta palavra.
Acho, na verdade, que nem possível o é.
São tantas definições.
Incontáveis.
Mas, não há, em algumas coisas nesse mundo, necessidade de definição. Estas são auto-explicativas.
O que poderíamos dizer de uma palavra, que a cada dia de sua existência, luta, de novo e de novo, para que seja inserida no dicionário da vida, o neologismo que criara: a palavra “filho”.
Uma palavra muito complexa. Abarrotada de particularidades sintáticas, que pode variar em gênero, número e grau.
Mas, mesmo com a teimosia da palavra “filho” em se adequar à gramática da vida, a palavra “Mãe” nunca desiste. Está sempre na oração, pregando às outras palavras para que estas compreendam a razão de seu amor.
E mesmo se um dia a palavra “filho” quiser estar em um período diferente da palavra “Mãe”, esta sempre saberá que a felicidade está a uma vírgula ou ponto de distância.
E é por essas, e por mais infinitas razões, que a palavra “Mãe” tem um dicionário só para ela, pois, creio eu, que ainda não nomearam o número de significados que essa monossílaba palavra pode ter. Essa pequenina palavra que possuí a mais maravilhosa concisão harmônica de todo o dicionário.
E é por isso, que clamo a está orquestra de palavras que homenageiem a mais bela de sua classe.
”Feliz dia das Mães”, a minha e a todas as outras deste mundo. Seja qual for seu grau, número ou gênero.
Tomaz C. F
Existem algumas com milhares de significados. Alguns bons, outros melhores, mas, ainda assim, congruentes.
Sei que na vida, em tudo, existe, pelo menos, uma exceção e no universo das palavras cujos significados variam, também há uma.
E é claro, que esta exceção é a palavra “Mãe”.
Seriam necessários anos de estudo, horas e mais horas folheando dicionários, para que fosse possível definir esta palavra.
Acho, na verdade, que nem possível o é.
São tantas definições.
Incontáveis.
Mas, não há, em algumas coisas nesse mundo, necessidade de definição. Estas são auto-explicativas.
O que poderíamos dizer de uma palavra, que a cada dia de sua existência, luta, de novo e de novo, para que seja inserida no dicionário da vida, o neologismo que criara: a palavra “filho”.
Uma palavra muito complexa. Abarrotada de particularidades sintáticas, que pode variar em gênero, número e grau.
Mas, mesmo com a teimosia da palavra “filho” em se adequar à gramática da vida, a palavra “Mãe” nunca desiste. Está sempre na oração, pregando às outras palavras para que estas compreendam a razão de seu amor.
E mesmo se um dia a palavra “filho” quiser estar em um período diferente da palavra “Mãe”, esta sempre saberá que a felicidade está a uma vírgula ou ponto de distância.
E é por essas, e por mais infinitas razões, que a palavra “Mãe” tem um dicionário só para ela, pois, creio eu, que ainda não nomearam o número de significados que essa monossílaba palavra pode ter. Essa pequenina palavra que possuí a mais maravilhosa concisão harmônica de todo o dicionário.
E é por isso, que clamo a está orquestra de palavras que homenageiem a mais bela de sua classe.
”Feliz dia das Mães”, a minha e a todas as outras deste mundo. Seja qual for seu grau, número ou gênero.
Tomaz C. F
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